Garantir que os imoveis tenham a segurança necessária pode envolver investimentos variados, tanto para a proteção patrimonial quanto no que diz respeito à integridade física das pessoas.

Certamente, é algo decisivo, sendo válido citar que, em algumas situações, há recursos que são obrigatórios, o que exige grande atenção para que as instalações sejam realizadas de acordo com as normas vigentes.

Um exemplo de grande visibilidade nesse cenário é a instalação de para raios, também chamado de SPDA (Sistema de Proteção Contra Descarga Atmosférica).

Basicamente, para a implantação do sistema, dispositivos são colocados em pontos estratégicos dos locais, que normalmente são os pontos de maior altura.

A principal funcionalidade é proporcionar um caminho mais seguro para a corrente originada da descarga elétrica, o que significa o direcionamento para a terra e dissipação, de modo que as pessoas e a edificação permaneçam em segurança.

Ainda mais, é uma solução de grande importância para indústrias, antenas, condomínios, entre outros locais. Neste caso, deve-se atender a norma técnica NBR 5419, que abrange especificações da instalação, tais como:

  • Material da construção;
  • Tipo de local;
  • Dimensões da edificação;
  • Volume de pessoas.

Entre as principais situações que podem ser evitadas pelo SPDA estão explosões, incêndios e, naturalmente, mortes e grandes prejuízos materiais. Para isso, é importante que o dimensionamento seja feito de forma adequada.

Sendo assim, é importante que exista atenção ao fato que a implantação desse tipo de sistema não retarda as descargas atmosféricas, mas contribui de forma significativa para que seus efeitos sejam amenizados.

O que é pressurização de escadas?

A pressurização de escadas também tem grande influência em meio às medidas de segurança, principalmente ao se tratar de combate ao incêndio.

Isso se deve ao fato de que esse tipo de processo permite que gases tóxicos e a fumaça não atinjam a área das escadas.

Para isso, a ventilação mecânica deve ser pressurizada de forma adequada, o que resulta na propagação dos fatores nocivos abordados, que poderiam originar quadros fatais a cada pessoa no local. Afinal, o abandono da área deve ser garantido da forma mais organizada e segura o possível.

A medida conta com quatro pilares: SDAI (Sistema de Detecção de Alarme e Incêndio), sistema de insuflamento de ar, fonte de energia para a operação de todo o sistema e a obtenção mecânica do ar externo.

Esses componentes contribuem com a renovação do ar, assim como a pressão propícia para que a fumaça e gases não comprometam o local.

Entre os elementos, é possível citar a implantação de um moto ventilador, que não só capta o ar, como também o libera já filtrado por meio de um duto de descarga.

Há casos em que a pressurização não é obrigatória, como em instituições de ensino com até 9 m de altura e empreendimentos com até 45 m de altura.

É preciso que profissionais especializados analisem cada caso para averiguar as condições mais viáveis para a implantação desse tipo de sistema.

Além disso, profissionais devidamente preparados apresentam o conhecimento necessário para as inspeções e uso de recursos mais adequados para o manuseio do sistema para pressurização, como a necessidade de aplicar a escada extensiva, que é ideal para trabalhos em altura.

A diversidade de detectores de fumaça e extintores

Há grande variedade ao se tratar de equipamentos contra incêndio e no caso de detectores de fumaça, uma das soluções empregadas, especialmente em áreas extensas, é o detector de fumaça por aspiração.

Esse tipo de sistema apresenta de um a dois tubos, que possuem uma câmara de amostragem e aberturas que atendem amostras.

O ar do local de monitoramento é submetido a averiguação pelo sistema de amostragem e caso condições indevidas sejam identificadas, ocorre o acionamento de um alarme.

No caso dos extintores a diversidade está relacionada essencialmente com os tipos de materiais envolvidos nos incêndios e os agentes necessários para o combate de cada um.

Por exemplo, incêndios da classe C são originados de instalações elétricas, como eletrodomésticos e quadros de força.

O atendimento desse tipo de ocorrência pode ser tanto com pó químico, quanto com gás carbônico. Diferentemente da classe A, que abrange materiais como tecidos e madeiras, sendo que neste caso, o agente extintor deve ser água.

Para que, de fato, os benefícios dos recursos apresentados ao longo do texto sejam aproveitados em relação a segurança das edificações, é crucial que existam projetos elaborados com cautela.

É o caso das inspeções periódicas para que os ajustes necessários sejam realizados em prol de um desempenho positivo.

Dessa maneira, é possível não apenas evitar prejuízos consideráveis no que diz respeito às perdas materiais, como também quadros fatais.

Por essa razão, é fundamental ter sempre o suporte de empresas especializadas, mesmo em casos de segurança, como a instalação do acionador manual de alarme.